22 de janeiro de 2014
20 de janeiro de 2014
Há dias em que aquela minha voz interior não se cala com um (irritante) Percebeste? Ou queres que te faça um desenho?!
Estes senhores resolveram fazer o trabalho por ela. Eu agradeço. E sim, já percebi. Juro!
(Querida voz interior, dá para agora me deixares dormir descansada mais amiúde? Corro o sério risco de me estar a assemelhar ao Gaspar e não, não me estou a referir ao meu cão.)
*
A rua até ao campo está coberta com o manto branco que tanto gostavas, as japoneiras não podiam estar mais bonitas e a Angelina continua com a tradição de fazer autênticos banquetes com as pétalas, ramos, folhas, terra e musgo que vai colhendo por todo o jardim. Ela tem uma perdição pelas tuas camélias, chamas-lhes rosas brancas sempre que não se lembra do nome e diz que são as tuas flores.
Eu continuo a trazer-te comigo e a espalhar um bocadinho de ti pela casa toda. Ajuda a aliviar as saudades e bem sei que gostas de ver as jarras enfeitadas - ensinaste-me bem, todos dizem que herdei a tua atenção e o teu amor aos detalhes.
Parabéns, avó. Continuas em todos nós e fazes cada vez mais falta.
16 de janeiro de 2014
E é isto.
Bom Jesus, Braga - recta final de 2013
There are no new beginnings. Only new layers. - Catherine Forest
3 de dezembro de 2013
A vida segue lá fora.
Porto - Novembro 2013
O ano aproxima-se a passos largos do fim e tenho a minha vida num turbilhão - de emoções, de afazeres, de pensamentos, de coisas que têm mesmo de ser feitas, de datas apertadas, de dúvidas, perguntas e outras tantas questões, de algumas certezas e alguns caminhos a seguir, de demasiadas encruzilhadas, de pessoas que chegam e pessoas que partem, de muitas angústias e receios e de muito amor, também.
Não sei o que o 2014 me (nos) reserva, sei que não me apetece mesmo nada desistir, apesar de todos os pesares. É continuar a lutar, tentando responder a uma pergunta de cada vez, talvez, vencer um obstáculo e só depois passar a outro...não tenho soluções milagrosas, verdades absolutas, muito menos tenho as minhas cenas todas resolvidas ou as ideias bem arrumadinhas num papel ou numa qualquer to do list. Sou um contínuo work in progress e está bem assim.
Há uma coisa que sei: andamos aqui todos ao mesmo, a tentar desesperadamente ser felizes, seja lá o que isso for. Não há fórmulas, a felicidade parece ser mesmo o caminho, por isso é ir aproveitando o que de melhor ele nos tiver para oferecer e parar, recomeçar, voltar atrás, mudar de rota, descansar nas mais variadas áreas de serviço as vezes que forem necessárias. E vivermos a nossa própria vida e não a de quem quer que seja - acho que é mais ou menos isto. De resto, é um vamos indo e vamos vendo. Fazer planos? Sim. Traçar metas? Claro, há que começar por algum lado e convém saber mais ou menos onde queremos chegar. No entanto, há que saber manter uma certa flexibilidade, ter a noção que há vários caminhos possíveis que, eventualmente, nos levarão à tal meta desejada. Continuar a sonhar, não ter medo de sonhar uma vida diferente desta que teimam em nos servir como se do único caminho para a nossa salvação se tratasse. Nunca desistirmos de nós mesmos, acima de tudo. Acho que é por aqui (e este por aqui, não tem que ser igual para todos nós).
Até para o ano. Volto em Janeiro. Um Natal cheio de sorrisos e abraços e um novo ano com tudo o que precisarem para traçar a vossa vida. A vossa. Não a de outra pessoa qualquer. (isto não é uma espécie de conselho, é assim mais um desejo - tenho (quase) a certeza que seríamos todos tão mais felizes!)
Há uma coisa que sei: andamos aqui todos ao mesmo, a tentar desesperadamente ser felizes, seja lá o que isso for. Não há fórmulas, a felicidade parece ser mesmo o caminho, por isso é ir aproveitando o que de melhor ele nos tiver para oferecer e parar, recomeçar, voltar atrás, mudar de rota, descansar nas mais variadas áreas de serviço as vezes que forem necessárias. E vivermos a nossa própria vida e não a de quem quer que seja - acho que é mais ou menos isto. De resto, é um vamos indo e vamos vendo. Fazer planos? Sim. Traçar metas? Claro, há que começar por algum lado e convém saber mais ou menos onde queremos chegar. No entanto, há que saber manter uma certa flexibilidade, ter a noção que há vários caminhos possíveis que, eventualmente, nos levarão à tal meta desejada. Continuar a sonhar, não ter medo de sonhar uma vida diferente desta que teimam em nos servir como se do único caminho para a nossa salvação se tratasse. Nunca desistirmos de nós mesmos, acima de tudo. Acho que é por aqui (e este por aqui, não tem que ser igual para todos nós).
Até para o ano. Volto em Janeiro. Um Natal cheio de sorrisos e abraços e um novo ano com tudo o que precisarem para traçar a vossa vida. A vossa. Não a de outra pessoa qualquer. (isto não é uma espécie de conselho, é assim mais um desejo - tenho (quase) a certeza que seríamos todos tão mais felizes!)
22 de novembro de 2013
20 de novembro de 2013
Luz de Novembro.
Porto - Novembro 2013
Já sei que a chuva é necessária e também consigo gostar dos dias cinzentos e chuvosos nesta altura do ano, sobretudo se puder ficar aconchegadinha em casa com um livro numa mão e uma caneca de chá* na outra, mas estamos tão bem assim: dias frios, com algum sol e uma luz primordial.
(*ando viciada num chá que inventei - vá, busquei inspiração em algumas receitas que fui lendo aqui e ali: 3 ou quatro pedacinhos de gengibre fresco, natural, como lhe quiserem chamar + um pau de canela + 4 cravinhos. É muito bom só assim, mas se gostarem, podem acrescentar um pouco de leite e um pingo de mel. Tenho bebido litros dele, mal também não há-de fazer e sabe tão bem!)
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