22 de novembro de 2013
20 de novembro de 2013
Luz de Novembro.
Porto - Novembro 2013
Já sei que a chuva é necessária e também consigo gostar dos dias cinzentos e chuvosos nesta altura do ano, sobretudo se puder ficar aconchegadinha em casa com um livro numa mão e uma caneca de chá* na outra, mas estamos tão bem assim: dias frios, com algum sol e uma luz primordial.
(*ando viciada num chá que inventei - vá, busquei inspiração em algumas receitas que fui lendo aqui e ali: 3 ou quatro pedacinhos de gengibre fresco, natural, como lhe quiserem chamar + um pau de canela + 4 cravinhos. É muito bom só assim, mas se gostarem, podem acrescentar um pouco de leite e um pingo de mel. Tenho bebido litros dele, mal também não há-de fazer e sabe tão bem!)
18 de novembro de 2013
13 de novembro de 2013
7 de novembro de 2013
∞
Obrigado, Senhor, pelos amigos que nos deste.
Os amigos que nos fazem sentir amados sem porquê.
Que têm o jeito especial de nos fazer sorrir.
Que sabem tudo de nós, perguntando pouco.
Que conhecem o segredo das pequenas coisas que nos deixam felizes.
Obrigado, Senhor, por essas e esses, sem os quais, caminhar pela vida não seria o mesmo.
Que nos aguentam quando o mundo parece um sítio incerto.
Que nos incitam à coragem só com a sua presença.
Que nos surpreendem, de propósito, porque acham mal tanta rotina.
Que nos dão a ver um outro lado das coisas, um lado fantástico, diga-se.
Obrigado pelos amigos incondicionais.
Que discordam de nós permanecendo connosco.
Que esperam o tempo que for preciso.
Que perdoam antes das desculpas.
Essas e esses são os irmãos que escolhemos.
Os que colocas a nosso lado para nos devolverem a luz aérea da alegria.
Os que trazem, até nós, o imprevisível do teu coração, Senhor.
- Pe.Tolentino Mendonça, in Um Deus que dança -
Aos amigos-família. Sem os quais tudo isto seria dificilmente suportável. Obrigada por continuarem a segurar a minha mão.
Os amigos que nos fazem sentir amados sem porquê.
Que têm o jeito especial de nos fazer sorrir.
Que sabem tudo de nós, perguntando pouco.
Que conhecem o segredo das pequenas coisas que nos deixam felizes.
Obrigado, Senhor, por essas e esses, sem os quais, caminhar pela vida não seria o mesmo.
Que nos aguentam quando o mundo parece um sítio incerto.
Que nos incitam à coragem só com a sua presença.
Que nos surpreendem, de propósito, porque acham mal tanta rotina.
Que nos dão a ver um outro lado das coisas, um lado fantástico, diga-se.
Obrigado pelos amigos incondicionais.
Que discordam de nós permanecendo connosco.
Que esperam o tempo que for preciso.
Que perdoam antes das desculpas.
Essas e esses são os irmãos que escolhemos.
Os que colocas a nosso lado para nos devolverem a luz aérea da alegria.
Os que trazem, até nós, o imprevisível do teu coração, Senhor.
- Pe.Tolentino Mendonça, in Um Deus que dança -
Aos amigos-família. Sem os quais tudo isto seria dificilmente suportável. Obrigada por continuarem a segurar a minha mão.
Continuam a ser o meu fruto preferido*
Por estes dias, vou-me consolando com os que ainda restam - poucos já, muitos deles comidos pelos pássaros, outros tombados pela chuva e pelo vento e esborrachados em quedas inglórias, outros tantos apodrecidos ainda na árvore. Os velhos dióspireiros do jardim da avó A. todos os anos cumprem o seu desígnio e enchem os meus finais de Verão e começos de Outono de sabores que me transportam para bem longe no tempo e de uma explosão de cor que me ajuda a ultrapassar a mudança de luz, os dias mais curtos e a necessidade de roupa mais quente em cima da pele.
Gosto de pensar que herdei a mestria da avó A. e do avô C. no que ao arranjar do fruto diz respeito, para melhor o poder degustar em seguida. Uma perícia de técnica e destreza de extrema sensibilidade, um bailado sincronizado entre colher e faca. A mão precisa da avó, o jeito único de manusear a faca do avô, o deleite de ambos. É impossível deixar de sorrir de cada vez que como um dióspiro e os consigo imaginar novamente ao meu lado, à mesa, um dos nossos sítios preferidos.
*Com um beijinho directamente para a Suíça ;)
31 de outubro de 2013
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