24 de janeiro de 2012
19 de janeiro de 2012
18 de janeiro de 2012
Intervalo II
Dai-me um dia branco, um mar de beladona
Um movimento
Inteiro, unido, adormecido
Como um só momento.
Eu quero caminhar como quem dorme
Entre países sem nome que flutuam.
Imagens tão mudas
Que ao olhá-las me pareça
Que fechei os olhos.
Um dia em que se possa não saber.
Um movimento
Inteiro, unido, adormecido
Como um só momento.
Eu quero caminhar como quem dorme
Entre países sem nome que flutuam.
Imagens tão mudas
Que ao olhá-las me pareça
Que fechei os olhos.
Um dia em que se possa não saber.
- Sophia de Mello Breyner Andresen -
Evadir-me, esquecer-me, regressar...
Serralves - Janeiro de 2012
À frescura das coisas vegetais,
Ao verde flutuante dos pinhais
Percorridos de seivas virginais
E ao grande vento límpido do mar. - Sophia de Mello Breyner Andresen - *Um dia (quase) perfeito, que começou e terminou junto ao mar. O intervalo foi passado num dos meus sítios preferidos da cidade - Serralves.4 de janeiro de 2012
Novo ano.
A vida, não sendo nova, continua. E vai-se renovando, dia após dia, numa teimosia constante de quem acredita que melhor é possível. Sempre.
* Há qualquer coisa nesta melodia que me acalma e me devolve a uma parte de mim mesma que está, demasiadas vezes, adormecida.
31 de dezembro de 2011
25 de dezembro de 2011
Hoje sim é Natal.
Apesar da Consoada na noite de ontem, da mesa farta, da família reunida e dos presentes, o dia de hoje, para mim, é sempre o mais especial e aquele em que sinto, verdadeiramente, o Natal.
Espero que em vossas casas estejam a ter o melhor Natal possível, junto daqueles que mais amam. Desejo-vos o trivial que de trivial não tem mesmo nada: saúde, paz e amor - tudo o resto é acessório e virá por acréscimo.
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