14 de agosto de 2009

Do amanhã...

Já não sei andar só pelos caminhos...

O amor é uma companhia. 
Já não sei andar só pelos caminhos, 
Porque já não posso andar só. 
Um pensamento visível faz-me andar mais depressa 
E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo.  

Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo. 
E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar. 
Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas. 
Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.  
Todo eu sou qualquer força que me abandona. 
Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio.
- Alberto Caeiro -

13 de agosto de 2009

Obrigada...








...a todos os que se lembraram, pelos telefonemas, as mensagens, os presentes, os beijinhos e os abraços.
Vocês são a minha vida! 

8 de agosto de 2009

Raúl Solnado

1929-2009

Histórias da minha vida no dia em que perdeu a Guerra...

I just want to know today...



A cantar em sintonia com a Menina Limão!

Concordo!

Exceptuando a família e os amigos mais próximos, aqueles que não pedem licença para entrar, a maioria das pessoas afasta-se da tristeza alheia como se da peste ou de uma outra qualquer doença contagiosa. Só somos socialmente aceitáveis enquanto derramamos alegria, jovialidade, sentido de humor. Uma tristeza abertamente confessada é uma debilidade, um aleijão do qual os outros acham que devemos libertar-nos o mais rapidamente possível, para que fiquemos novamente bem, isto é,  para que eles próprios  (que levam, por qualquer razão, com a nossa presença) se sintam confortáveis. 

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